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A desastrosa ideologia educacional freiriana

“Ajudar a pensar, sim; conscientizar, não” – Uma crítica à ideologia educacional freiriana[1]

Dom Justino de Almeida Bueno OSB*

Um ‘conceito’ contra o qual muito se empenhou Dom Lourenço em desmascarar a pretendida novidade e utilidade é o de conscientização, uma “praga modernosa”, no dizer dele, que infesta as Faculdades de Educação, até em Universidades que ostentam o nome de católicas. Dom Lourenço, sem medo de ir contra a corrente que endeusou Paulo Freire e seu pretenso “aprendizado crítico”, foi duro na tentativa de esclarecer o verdadeiro significado desse neologismo “tão expressivo do processo moderno de sufocar a comunicação[2].

Não nos cabe aqui resumir toda essa argumentação que seria indispensável para entender no seu conjunto, e não parcialmente, a crítica que Dom Lourenço faz à pseudo pedagogia de Paulo Freire[3]. E, fazendo um parênteses, Dom Lourenço não está sozinho nessa crítica. O excelente estudo feito na Colômbia sobre os trabalhos de Freire sentencia desde o prólogo: “Quem se aproxima de Paulo Freire se dá conta imediatamente de que o edifício de sua construção pedagógica é de proporções muito modestas e tem cimento de escassa profundidade[4]. Isso fica claro quando se percebe que as verdadeiras bases do seu pensamento não estão no campo pedagógico, mas no filosófico (nem por isso ele pode ser tido por filósofo!), donde recebe como que uma pré-compreensão do homem e da sociedade.

Dom Lourenço nos esclarece sobre isso: “A falsidade fundamental, que é como que o ponto de partida de Paulo Freire na sua pretendida pedagogia, está na ideia de que a espécie humana, como nas velhas fitas de mocinho e bandido, não é uma espécie, mas duas espécies distintas: do lado do mocinho, estão os oprimidos, onde todos são bons e pelos quais tudo deve ser feito; do lado dos bandidos, estão os opressores, onde todos são perversos. Admite, é verdade, que possa haver, embora muito raramente, um fenômeno de engenharia genética, em que um bandido recebe um cromossomo purificador ou um mocinho é pervertido por um gene da opressão. É possível que carregue demais nos traços da caricatura, mas não vejo como construir um pensamento sério com pressupostos tão discutíveis, ou melhor, tão indiscutivelmente oriundos da fantasia e da aplicação à realidade (como se ela a isso se submetesse) de esquemas mentais pré-fabricados[5].

É preciso deixar claro que Dom Lourenço não nega, ele o diz explicitamente, que exista na realidade um mundo dividido entre humilhados e luminosos, pobres e ricos e, até mesmo, entre oprimidos e opressores, injustiçados e geradores de injustiça. “Claro que existe desigualdade social e grupos humanos marcados pela injustiça e grupos privilegiados. Claro que cada um de nós é investido e responsabilizado na tarefa de tornar efetiva, socialmente, a igualdade pregada por Cristo e que, nesse caminho, os pobres e os marginalizados exigem uma atenção prioritária. Não há de ser, porém, tirando dos pobres a bem-aventurança dos pobres em espírito que a isso nos encaminharemos. Não há de ser suscitando ódios e ressentimentos que tenderemos à sociedade justa[6].

Para Dom Lourenço a Educação tem uma grande e insubstituível tarefa a cumprir nessa direção. Ela é o único caminho capaz de conduzir o homem àquele aprimoramento humano que o torna capaz de construir uma sociedade mais justa. Mas não com a educação libertadora de Paulo Freire. Essa é um processo coletivista. Ele imagina a educação como um processo dirigido à massa. Ora, educação não é isso. Não é a coletividade que dá forma ao homem. Mas o homem que constrói a coletividade.

Dom Lourenço nos explica, então, em que consiste a falácia dessa pretensa educação: “O pretendido reformador social é coerente consigo mesmo ao preferir o neologismo conscientizar ao verbo educar. Educar é um processo pessoal, em que cada filho do homem vai tirando de dentro de si mesmo e colocando em plena atuação, com a ajuda de outros (à semelhança da águia que provoca, com o movimento cadenciado de suas asas, os filhotes a voar, mas a voar com as asas deles), as energias virtuais que traz em si ao nascer. Esse processo pessoal de colocar em funcionamento as potencialidades radicais é o que chamamos de amadurecimento pessoal, de acesso ao critério e ao discernimento próprio, à capacidade de julgar, escolher e decidir. É a educação que torna cada indivíduo humano um princípio de iniciativa, isto é, um ser livre, uma pessoa plenamente humana. Pessoa que vai usar a lucidez conquistada, ou seja, a capacidade de escolher com discernimento pessoal, para construir a sociedade[7].

Conscientizar é propaganda; não é ensino, “o trabalho de conscientização se realiza por mecanismos de repetição, pela insistência em slogans emocionais. Assim, não se dirige a promover o despertar de uma consciência lúcida e pessoal, mas a criar reações automáticas e reflexas. (…) O conscientizado é uma criatura induzida a comportar-se como um ressentido[8], e isso é drástico para o ambiente e a prática educacional. O que o aluno precisa “não é de ser conscientizado – isso seria uma invasão despótica do outro no seu interior –, mas de ser educado[9].

Todo o ensino, toda ajuda prestada, a quem precisa dela para aprender, é o apoio à inteligência do aluno para que ele descubra – descubra ele mesmo – a verdade. E é a iluminação da verdade que lhe dá a claridade interior e a capacidade de avaliar, discernir e escolher, isto é, a visão crítica, realmente criteriosa.

Quando, porém, o professor quer oferecer um aprendizado, já fechado no que é a sua visão crítica; quando transfere a crítica já feita, pensando pelo aluno, esse professor está fazendo do seu aluno o repetidor de juízos preconcebidos, está conscientizando e não ajudando o espírito do aluno a ter a sua apreciação, a formar a sua consciência. Já Kant nos dizia que a função do professor não é ensinar pensamentos, mas ensinar a pensar[10].

Esta preocupação estará em cada página escrita por Dom Lourenço, pois, para ele, conscientizar é sinônimo de subjugar; educar, tirar de dentro, libertar. “A escola, que tem a tarefa de educar, não é, não pode ser transformada nem em bastião da ordem estabelecida (uma educação cívica que tenha essa direção não é uma educação cívica), nem numa arma para mudar a sociedade. O fim da educação não é a sociedade, mas o homem ou, se quiserem, a inteligência[11].

Um livro fantástico, “impressionante” dirá Dom Lourenço, intitulado A Escola dos Bárbaros[12], uma análise fundada em realidades bem vivas e concretas da escola francesa, e não só dela, dá razão a Dom Lourenço quando alerta para esses processos de esvaziamento da atividade escolar, em busca da igualdade na ignorância. As doenças apontadas pelas autoras são semelhantes às nossas. Dom Lourenço comenta: “Em vez de estudar a língua vernácula, a literatura ou a história literária, abrem-se nessas classes estudos de tema – e, como era de esperar-se, esses temas hão de ser picantes (Paulo Freire diria ‘palavras geradoras’) como racismo, condição feminina, jovens, guerra, problema agrário etc. e o estudo da língua é substituído pela difusão da ideologia.

O pior é que essa abertura de temas parte do princípio de que conhecer a língua, isto é, saber falar, escrever, ouvir e comunicar-se (como se o homem não fosse comunicativo), não é importante: importante é formar o juízo crítico. Como, entretanto, o juízo crítico realmente só pode nascer da lucidez da mente, da capacidade interior de avaliar e escolher, ele só pode existir na inteligência alimentada e cultivada. O que ocorre, entretanto, é precisamente a sua sufocação, obtida graças à transferência de slogans, de frases chapadas, cuja significação nem o professor sabe, isto é, a falta de base para um juízo crítico pessoal. Chegamos à mais infamante decoreba: a das frases sob receita, a serem repetidas pelo espírito “crítico”: aprender a ler somente na cartilha do outro[13].

Concluamos esse último ponto com uma palavra lapidar de Dom Lourenço, sobre essa influência maléfica da ideologia coletivista na educação, que, no dizer de Sobral Pinto, ele denuncia corajosa, realista e varonilmente[14]: “Os regimes totalitários criaram e criam a ‘educação’ em campo de concentração. A sociedade moderna ficou e está muito machucada com tudo isso. Até mesmo com os revides de querer formar uma sociedade democrática, usando técnicas do campo de concentração; às vezes disfarçadas como nuances de ‘conscientização’ ou de ‘libertação’. O homem não pode precisar ser libertado; precisa criar-se como ser livre. Ainda que seja para morrer num campo de concentração”.

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Dom Justino de Almeida Bueno OSB é monge beneditino, Mestre em Estudos Monásticos pelo Pontifício Ateneu de Santo Anselmo (Roma) e Licenciado em Educação pela PUC-Rio.

[1] Extrato da conferência “Dom Lourenço –  A arte ou o serviço de educar”, proferida pelo autor por ocasião dos 97 anos de Dom Lourenço de Almeida Prado OSB, no auditório do Colégio de São Bento, Rio de Janeiro, 30 de maio de 2008.

[2] DE ALMEIDA PRADO, Educação para a Democracia,  134.

[3] Alguns capítulos dos seus livros podem nos ajudar nesse intento: Em Educação para a Democracia: “A educação libertadora de Paulo Freire”, 56-70; “Uma outra educação libertadora ou A falta de coragem de educar”, 71-80; e no livro Entre Política e Educação vale a pena ler “A crítica induzida”, 331-334.

[4] BANDERA, A., Paulo Freire, un pedagogo, Cedial, Bogotá 1981. Cf. DURÁN, C. N. – MASOTA, F. A., Filosofía de la Educación, EUNSA, Pamplona 2000.

[5] DE ALMEIDA PRADO, Educação para a Democracia, 56-57.

[6] Ibidem, 57.

[7] Ibidem, 58.

[8] Ibidem, 136.

[9] Ibidem, 138.

[10] DE ALMEIDA PRADO, Educação – ajudar a pensar, sim. Conscientizar, não, 16. O itálico do texto original, aqui, vem em negrito.

[11] Ibidem, 144.

[12] STALL, I. – THOM, F., A Escola dos bárbaros, Editora da USP, São Paulo 1987.

[13] DE ALMEIDA PRADO, Educação, 278-279.  Dom Lourenço contou-me a ‘história’ do programa de comunicação e expressão que um estreante professor veio mostrar-lhe. Tinha de tudo: cinema, música popular, literatura de cordel, artes plásticas, história em quadrinhos, arquitetura barroca. Com sua clássica objetividade, disse ao professor: “O programa está interessante. Mas, por favor, eu só quero que o senhor ensine português”.

[14] DE ALMEIDA PRADO, Educação para a Democracia, 20.

Dom Bosco recomendou aos jovens que queimassem os maus livros

Via Senza Pagare

D. Bosco recomendou aos jovens que queimassem os maus livros

Além do tempo destinado às orações da manhã e da noite, aconselho-vos a dedicar algum tempo à leitura de livros que tratem de coisas espirituais, como: A Imitação de Cristo; a Filoteia, de São Francisco de Sales; A Preparação para a Morte, de Santo Afonso Maria de Ligório; Jesus ao Coração do Jovem; vidas de Santos e outros livros semelhantes.
A vossa alma obterá grandes vantagens com a leitura desses livros; e crescerá o vosso merecimento aos olhos de Deus se contais a outros o que ledes, ou se fizerdes a leitura em sua presença, sobretudo se for para pessoas que não sabem ler.
Se vos recomendo a leitura dos bons livros, devo também vos recomendar encarecidamente que fujais, como da peste, dos maus livros e das más publicações.
Os livros, jornais ou impressos em que a religião e a moral são menosprezadas, lançai-os ao fogo como faríeis com o veneno. Imitai os cristãos de Éfeso, que logo que ouviram de São Paulo o mal que produziam tais livros, apressaram-se a levá-los à praça pública, e fizeram com eles uma fogueira, preferindo que antes caíssem os livros no fogo do que as suas almas no inferno.
Se não o alimentamos o nosso corpo enfraquece e morre; do mesmo modo a nossa alma perde o vigor se não lhe damos aquilo de que ela necessita: o alimento da alma é a palavra de Deus, quer dizer, a pregação e a explicação do Evangelho, o catecismo.’
São João Bosco in ‘Carta aos jovens de todos os tempos’

“Quem cala, às vezes, re-sente”

Por Dom Justino de Almeida Bueno OSB*

Para a Igreja, a Fé deve ordenar toda a vida do homem e todas as suas atividades, também as que se referem à ordem política”. Por isso, em muitos momentos decisivos da nossa história, sempre tivemos corajosos homens de Igreja que, mesmo correndo o risco da incompreensão, não se furtaram do dever de apontar com “maior clareza as exigências que da ordem moral decorrem para a ordem política”, exortando o fiel leigo “a assumir sua função específica na construção da sociedade” (CNBB 1977), de acordo com os princípios e exigências da Doutrina da Igreja. Assim, desde Dom Vital, na ‘questão religiosa’ no Império, a Dom Eugênio Sales, na época dos Governos Militares, temos exemplos de intrépidos pastores que, conscientes das suas funções e sem exorbitá-las, com grande prudência pastoral, tiveram presente não só a imagem pública que um bispo (epíscopo-vigia) deve oferecer, sobretudo, nos meios de comunicação social, como, também, as expectativas que suscita com seus pronunciamentos e o exemplo que deve dar (cf. Apostolorum Successores, 41).

Nessa linha dos nossos grandes bispos, era esperada uma palavra mais incisiva (mais católica!) sobre o momento político que estamos vivendo, para iluminar com maior certeza a participação neste, dos fiéis, sem que os mesmos traiam as exigências da fé e da pertença à Igreja. Sim, seria muito oportuna uma palavra dos nossos pastores que iluminasse o fiel sobre sua participação ou não, por exemplo, nos sindicatos e na “greve geral” promovida por muitos deles (ou por um partido político?).

Uma breve olhadela no Compêndio de Doutrina social da Igreja, nos faz constatar os seguintes graves e oportunos ensinamentos (o negrito é nosso):

A greve legítima “deve ser sempre um método pacífico de reivindicação e de luta pelos próprios direitos”, tornando-se “moralmente inaceitável quando é acompanhada de violências ou ainda quando se lhe atribuem objetivos não diretamente ligados às condições de trabalho ou contrários ao bem comum” (nº304).

“As relações no interior do mundo do trabalho devem ser caracterizadas pela colaboração: o ódio e a luta para eliminar o outro constituem métodos de todo inaceitáveis, mesmo porque, em todo o sistema social, são indispensáveis para o processo de produção tanto o trabalho quanto o capital. À luz desta concepção, a doutrina social não pensa que os sindicatos sejam somente o reflexo de uma estrutura de classe da sociedade, como não pensa que eles sejam o expoente de uma luta de classe, que inevitavelmente governe a vida social”. Os sindicatos são propriamente os promotores da luta pela justiça social, pelos direitos dos homens do trabalho, nas suas especificas profissões: “Esta ‘luta’ deve ser compreendida como um empenhamento normal das pessoas ‘em prol’ do justo bem: […] não é uma luta ‘contra’ os outros”. O sindicato, sendo antes de tudo instrumento de solidariedade e de justiça, não pode abusar dos instrumentos de luta; em razão da sua vocação, deve vencer as tentações do corporativismo, saber auto-regular-se e avaliar as consequências das próprias opções em relação ao horizonte do bem comum” (nº 306).

Queremos que nossos pastores iluminem com essas palavras do Magistério da Igreja a mente e a vida dos sindicalistas que se dizem católicos, mas estão agindo contra o que a Igreja ensina, agindo contra nosso país, contra os seus próprios concidadãos. Pois “as organizações sindicais têm o dever de influenciar o poder político, de modo a sensibilizá-lo devidamente aos problemas do trabalho e a empenhá-lo a favorecer a realização dos direitos dos trabalhadores. Os sindicatos, todavia, não têm o caráter de ‘partidos políticos’ que lutam pelo poder, e nem devem tampouco ser submetidos às decisões dos partidos políticos ou haver com estes liames muito estreitos: em tal situação estes perdem facilmente o contato com aquilo que é sua função específica, que é aquela de assegurar os justos direitos dos homens do trabalho no quadro do bem comum de toda a sociedade, e transformam-se, ao invés, em um instrumento a serviço de outros objetivos” (nº 307).

E nós sabemos, muito bem, quais são esses “outros objetivos” que estão por trás das badernas que estão sendo organizadas pelo país, contra a maioria esmagadora da nossa população que deseja (e tem o direito de) trabalhar, que é honesta, que faz sacrifícios para sobreviver. Em São Paulo, a cena do engarrafamento gigantesco formado pelos que queriam ir para o trabalho, contrastava com as 20 ou 30 pessoas que as impediam com fogo e barricadas. Na estação das barcas, em Niterói, idem, milhares de passageiros impedidos de ir ao trabalho porque os ‘sindicalistas’ achavam que eles eram obrigados a concordar com a greve. Não falemos das depredações dos bens públicos, incêndios de ônibus, motoristas sendo ameaçados com armas por motoqueiros para voltar com os ônibus para a garagem etc. O povo aderiu a esses malfeitores? Claro que não. Se não tivesse havido essa orquestrada ação contra os verdadeiros trabalhadores, os que não rezam na cartilha dos políticos ladrões e corruptos, o que teria acontecido na sexta-feira?

Queremos que nossos pastores ensinem o que a Igreja ensina!

Sabemos que não lhes “compete agir diretamente sobre as estruturas”, mas uma palavra deles poderá iluminar e esclarecer a consciência de tantos que estão enganados por aqueles que saquearam nosso país e estão querendo, com a boa fé e ignorância de muitos, voltar a fazer o mesmo. Que nossos pastores cumpram o seu dever e prestem, como em outros tempos, um serviço ao nosso país, mostrando aos fiéis católicos e aos homens de boa vontade, as contradições entre as exigências morais da vida cristã e a realidade que estamos vivendo, alertando para os riscos, estimulando o que há de bom e positivo, encorajando os esforços de todos os que se empenham em não roubar o povo, não servir-se dos cargos públicos para enriquecer, escandalosamente, suas famílias e partidos.

Como dizia Affonso Romano de Sant’Anna, “mente quem fala que quem cala consente. Quem cala, às vezes, re-sente”. O silêncio de muitos dos nossos pastores e, talvez, o não saber como enfrentar o momento presente e a ideologia do politicamente correto, já não é uma consequência e, ao mesmo tempo, um reconhecimento tácito dos erros cometidos num passado recente? Um re-sentimento por ter dado apoio a tantos ‘movimentos sociais’ que traíram seus objetivos? A Igreja não está sendo vítima, hoje, das opções preferenciais de alguns dos seus líderes que apadrinharam, talvez de boa fé, políticos e partidos que se revelaram corruptos e corruptores?

O alerta de Fátima, em 1917, está mais que atual: os erros do comunismo continuam a alastrar-se pelo mundo. “Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça”.

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*Dom Justino é monge beneditino.

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