Testemunhos

Sobre o Centro Dom Bosco por seus membros

Qualquer processo revolucionário ou contrarrevolucionário é sempre tocado por uma minoria intelectual: nunca é uma explosão popular. Não nos servimos dos mesmos instrumentos de rebaixamento da inteligência e “terrestrialização do pensamento” que as elites gramscianas quiseram, desastrosamente, pôr em movimento em sua busca desvairada por um novo Éden – este construído, mais que por cima das pilhas intermináveis de cadáveres que as ditaduras comunistas anteriores haviam produzido, através da destruição das próprias almas de suas vítimas; Muito pelo contrário, através do contato com tudo de bom que a Tradição nos lega, nós planejamos, enquanto centro, formar uma nova geração de professores, palestrantes, escritores de livros: é apenas recuperando nossa própria sanidade e amadurecendo intelectualmente que poderemos nutrir alguma esperança, tanto em política quanto em qualquer outro quesito, para o nosso país

– Alvaro Mendes
Vice-presidente
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O cultivo da vida interior não pode estar circunscrito a uma atividade regular que o jovem realiza, como, por exemplo, a ida a Igreja, à faculdade, etc. Ela precisa permear toda a vida do indivíduo como amor à Verdade presente no mais mínimo detalhe e busca consciente do Deus que se encontra em nossa realidade mais íntima, na Sala do Trono de que fala Santa Teresa. Para que isso aconteça, é essencial a confiança na Providência e certa estabilidade material, psíquica e intelectual (mesmo que na penúria e perseguição). Um círculo de verdadeiros amigos, que procuram o mesmo Tesouro Escondido, é essencial para a formação de personalidades mais consistentes, capazes de arcar com as responsabilidades que, mesmo desconhecidas, a natureza e dignidade humanas nos conferem, e o Centro Dom Bosco é, sobretudo, uma busca pela comunhão de almas para a contemplação da verdade.

- Bianca Mansour

 

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A sociedade está doente, e para cada doença que há na sociedade, Deus manda o exato remédio. Se nós pecamos pela cobiça, Deus manda São Francisco de Assis; se agora o problema é a descrença no sobrenatural, Deus manda Padre Pio; e se, por fim, os jovens são tentados, arrastados para o mal, São João Bosco: profetizando os dias sombrios que a Igreja vive atualmente, atacada por toda sorte de inimigos – portadores de “livros e escritos inflamáveis”, dentre outras armas –, ele viu nas devoções mariana e eucarística a única chance de salvação para a numerosa tripulação da Barca de Pedro. Trilhemos o caminho seguro, combatamos o bom combate com as ferramentas que a Santa Igreja sempre nos forneceu, sem modismos ou fantasias ideológicas. Cada geração é salva por um punhado de homens que têm a coragem de não serem atuais.

- Bruno Mendes
Diretor Geral
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CoAs pessoas hoje sofrem uma espécie de doutrinação difusa, não têm sequer o controle daquilo que professam, não conhecem a origem daquilo que dizem. Mais que o “homem-massa” de que falava Ortega y Gasset, chegaram ao ponto da quase completa animalização, acreditando encontrar nas esferas mais abissais de suas psiques a verdade mais profunda de suas existências (vide a ‘Terapia do Grito Primal’, do dr. Janov). Buscam a libertação de “padrões opressivos” aderindo servilmente às ideologias de índole mais tirânica, consomem caricaturas de religiões orientais sem sequer conhecer os dez mandamentos, clamam pelos direitos dos animais e pelo aborto simultaneamente, pelo ‘empoderamento’ feminino e a ocupação islâmica. A cultura revolucionária que lhes transmite uma impressão de importância histórica, o ódio sem objeto definido – ‘cólera dos imbecis’ – que se sente superior a tudo que não conhece é o suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração e a alma de um mundo sem alma. É o ópio do povo”.

- Omar Mansour

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